Florianópolis terá programação voltada ao Dia Mundial de Conscientização do Autismo

Cronograma de ações e eventos contará com atividades educativas, exposição de desenhos e caminhada seguida de piquenique

A Prefeitura de Florianópolis realizará eventos e encontros em homenagem ao Dia Mundial de Conscientização do Autismo (2/4). A primeira ação acontecerá no dia 2 de abril, das 10h às 17h, na Biblioteca Municipal Barreiros Filho (R. João Evangelista da Costa, nº 1160). O evento, realizado pela Secretaria do Continente e Associação de Pais e Amigos de Autistas (AMA), será marcado por uma série de atividades planejadas para educar, informar e apoiar as pessoas sobre o autismo.

Serão disponibilizados café da manhã, “Hora do Conto” para as crianças, orientações sobre o diagnóstico do autismo, e discussões sobre o desenvolvimento de pessoas autistas e encaminhamento a serviços municipais especializados. “É uma oportunidade para fortalecermos os laços de compreensão e empatia em nossa comunidade e criarmos um ambiente acolhedor e inclusivo”, explica Kely Mattos, secretária do continente.

Do dia 2 até 5 de abril, por meio da Assessoria de Políticas Públicas para a Pessoa com Deficiência, a recepção da Prefeitura receberá uma exposição de desenhos feitos por crianças do Transtorno do Espectro Autista (TEA), do grupo Mães que Sonham.

Já no dia 4, os participantes da AMA terão uma reunião virtual com outras pessoas com TEA dos países Canadá, Escócia e Estados Unidos da América, com auxílio de tradutores. O encontro visa a troca de experiências vividas ao redor do mundo relacionadas ao autismo. Com o apoio da Prefeitura, a Associação também realizará uma caminhada até o Parque de Coqueiros, seguida de piquenique nas áreas de lazer e contemplação.

Para o assessor de Políticas Públicas para a Pessoa com Deficiência, Rafael Coimbra, a conscientização sobre as particularidades do transtorno deve ser incluída nas políticas e espaços públicos de Florianópolis durante todo o ano. “Entender melhor esse transtorno auxilia no combate ao preconceito que cerca as pessoas com TEA, que apresentam uma forma diferente de agir e encarar o mundo”, explica.